terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Cristoval 2014 será no espaço Pérola do Tapajós

Mudança de local se dá porque estádio está em reforma.
Santarém, Alter do Chão e mais quatro municípios receberão o evento.

Do G1 Santarém

Em 2013, evento foi realizado no estádio Colosso do Tapajós.  (Foto: Arquivo/TV Tapajós)
Em 2013, evento foi realizado no estádio Colosso do
Tapajós. (Foto: Arquivo/TV Tapajós)
A Renovação Carismática Católica (RCC) anunciou, na segunda-feira (16), a mudança de local do Cristoval para 2014. O evento religioso será realizado de 1º a 4 de março, no espaço Pérola do Tapajós, no Parque da Cidade, em Santarém, oeste do Pará. A mudança de local se dá devido ao fato de o estádio Colosso do Tapajós, onde o evento tradicionalmente é realizado, estar em reforma.
Em 2012, o evento foi realizado na Praça do Santíssimo Sacramento e, em 2013, retornou ao estádio. Até segunda-feira, o novo local ainda não estava definido, mas após uma reunião entre a coordenação do Cristoval e a Prefeitura de Santarém, foi cedido o novo espaço para a próxima edição do evento religioso.
O Cristoval terá o tema "Reunidos em um só corpo pela força da cruz". A programação contará com o apoio de aproximadamente 1 mil servos que ajudarão no acolhimento dos participantes do Cristoval. O evento também será realizado nos municípios Prainha, Monte Alegre, Belterra, Mojui dos Campos e a vila de Alter do Chão, também no oeste do Estado.
Para os quatro dias, já estão confirmadas as atrações. “Teremos o Flavinho, da Canção Nova, ministrando, não somente a música, mas a graça de Deus. Teremos dois pregadores, um de fora. O Luiz Carlos, de São Paulo, e o irmão Jefferson, de Belém”, informou a integrante da coordenação, Maiara Oliveira.
O Cristoval reúne milhares de fieis todos os anos que buscam momento de louvor e adoração durante o período do Carnaval.

Consumidores reclamam de abuso em cobrança de energia elétrica

Eles dizem que pagam pelo que não consomem e valor é alto.
Clientes dizem que reclamaram, mas problemas não foram resolvidos.

Do G1 Santarém

Em rua escura, moradores dizem que pagam taxa de iluminação pública. (Foto: Reprodução/TV Tapajós)
Em rua escura, moradores dizem que pagam taxa
de iluminação pública. (Foto: Reprodução/TV Tapajós)
Consumidores reclamam de abuso nas cobranças da conta de energia elétrica em Santarém, oeste do Pará. Eles dizem que a tarifa cobrada no talão não corresponde ao consumo.
Miguel Lobato afirma que a conta de energia chegou com valores muito altos nos últimos dois meses. Ele mora na rua Salinas entre Araguaina e Jaburina, no bairro Jutaí. No local não há iluminação pública. Para minimizar o problema, ele colocou uma lâmpada em frente de casa, o que não significou que a tarifa de iluminação pública diminuísse. “Em novembro, veio R$ 800. Reclamei e eles falaram que iam cancelar. Quando foi em dezembro, veio um talão de R$ 300, cobrando juros do outro que foi cancelado. Estão me cobrando R$ 41 pela taxa de iluminação. Nunca existiu essa iluminação aqui. Se eu desligar a lâmpada da minha casa vai ficar uma escuridão imensa”, reclamou. “Eles falaram que era um acúmulo de energia e que eu não estava pagando o que eu estava consumindo, mas alguns serviços que eles tinham feito antes”, relatou.
Maria de Nazaré, moradora do mesmo bairro, também enfrenta o problema. Ela conta que o valor da tarifa subiu de forma absurda. Ela mora numa casa simples de madeira. “Veio R$ 620, mês passado. Em dezembro, veio R$ 200. Anteriormente, eu pagava R$ 12, R$ 30, no máximo”, afirma.
Tanto Maria quanto Miguel estão cadastrados no programa de baixa renda. Eles já procuraram a Centrais Elétricas do Pará (Celpa), concessionária de energia elétrica no Estado, mas o problema não foi resolvido.
A Celpa informou, em nota, que a fatura de novembro da cliente Maria de Nazaré está bloqueada para análise e, assim que o processo for concluído, ela será comunicada. Quanto à variação de consumo, a empresa informa que a cliente pagava apenas por uma taxa de disponibilidade, mas agora está sendo faturada pelo consumo real, conforme determina a Resolução 414 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A concessionária informa que, mesmo assim, enviará uma equipe ao local para fazer uma vistoria na ligação elétrica.
A empresa esclarece ainda que, da tarifa de energia elétrica, bem como os tributos e contribuições cobradas na fatura, são regulamentados pelo governo federal, que também fixa as regras da tarifa social. Esse benefício concede descontos escalonados de 10% a 65%, dependendo da faixa de consumo. A partir de 221 kw/h, a tarifa cobrada passa a ser a mesma do cliente residencial convencional. Isso significa que, para se chegar ao valor final da fatura de um cliente cadastrado na tarifa social, cada uma dessas faixas de consumo é somada, uma vez que o percentual de desconto varia.

Governo licita trecho da BR-163 em Mato Grosso do Sul


Sabrina Craide
Repórter da Agência Brasil

Brasília - A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) promove hoje (17) leilão para concessão à iniciativa privada de trecho da BR-163 (MS). Este será o quarto leilão de rodovias do Programa de Investimentos em Logística (PIL) do governo federal.
A licitação ocorrerá na sede da BM&F Bovespa, em São Paulo. Vencerá o leilão a proposta que oferecer a menor tarifa de pedágio, respeitando o teto de R$ 9,27 por quilômetro de rodovia. Seis grupos se inscreveram: a Companhia de Participações em Concessões (CCR), Queiroz Galvão, Invepar, Odebrecht e a Triunfo Participações, além do consórcio liderado pela Ecorodovias.
O consórcio ganhador irá administrar os 847,2 quilômetros da rodovia durante 30 anos, devendo investir em serviços de recuperação, manutenção, conservação e duplicação. O segmento começa na divisa com o estado de Mato Grosso e termina na divisa com o Paraná, cortando 20 municípios de Mato Grosso do Sul. A previsão é que sejam instaladas nove praças de pedágio.

Norte e Nordeste têm os piores indicadores de acesso à Justiça do país


Mariana Tokarnia
Repórter da Agência Brasil
 
Brasília - Norte e Nordeste são as regiões com as maiores dificuldades de acesso ao sistema judicial, segundo o Índice Nacional de Acesso a Justiça (Inaj) divulgado hoje (16) pelo Ministério da Justiça. Em uma escala que parte de 0 e não tem um número máximo, Maranhão (0,04), Pará (0,07), Amazonas (0,08), Bahia, Ceará e Alagoas (todos com 0,09) aparecem nos últimos lugares.
As duas regiões têm índices que alcançam metade do acesso à Justiça do Sudeste e Centro-Oeste. As unidades federativas com os maiores índices são Distrito Federal (0,41), Rio de Janeiro (0,31), São Paulo (0,25), Rio Grande do Sul (0,24) e Paraná (0,19). A média brasileira é 0,13. Dezesseis estados estão abaixo da média.
O índice foi desenvolvido em parceria com a Universidade de Brasília (UnB). O cálculo é feito a partir de informações públicas sobre o número de unidades e operadores do Direito – profissionais que participam do sistema judiciário, como advogados, defensores públicos, promotores de Justiça e juízes - que cada instituição ligada à Justiça tem. É levado em consideração o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e as informações sobre órgãos e instituições essenciais para o funcionamento da Justiça, tais como o número de defensores públicos.
A pasta divulgou também o número de magistrados por 100 mil habitantes. "Temos no Brasil um número elevado de advogados e um número insuficiente de defensores públicos", analisa o secretário de Reforma do Judiciário, Flavio Crocce Caetano. Na média total, são 10,3 magistrados a cada 100 mil habitantes; 7,13 membros do Ministério Público; 3,44 defensores públicos e 311,98 advogados a cada grupo de 100 mil.
O secretário também observou a relação entre o IDH e o acesso à Justiça. "Quanto maior o IDH, maior também o acesso a Justiça, quanto mais desenvolvido o estado, mais acesso à Justiça existe", disse. Ele ressaltou: "Entre o estado mais mal colocado e o mais bem colocado em termos de IDH, a diferença é pequena, mas quando olhamos o Inaj, há um brutal desequilíbrio: a diferença chega a quase 1.000% entre os estados com maior e o menor acesso à Justiça".
Essas informações estão no Atlas de Acesso à Justiça, lançado nesta segunda-feira pelo ministério. Além do Inaj, estão disponíveis informações e dados sobre direitos e garantias. Além de acessar indicadores, é possível consultar um mapa com os endereços, telefones e páginas na internet dos órgãos que atuam na prestação da Justiça em todo o país. O atlas contém também uma seção voltada para tirar dúvidas, esclarecer conceitos e explicar como funciona a Justiça brasileira.
"No momento em que vivemos transformações vitais, especialmente na área tecnológica, é necessário que o direito se aproprie das novas tecnologias para fazer com que a Justiça seja mais rápida, mais eficiente, mais barata e mais acessível. Ainda vivemos no Brasil situações em que processos são costurados com linhas. Isso é inaceitável", disse o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.
Perguntado sobre as dificuldades de se garantir o acesso à Justiça, ele respondeu que são muitos os obstáculos, que vão desde a dimensão territorial a questões estruturais do próprio Poder Judiciário. O atlas deve servir de subsídio para que se possa conhecer e diminuir as desigualdades.
O atlas será atualizado anualmente. Está prevista a disponibilização de um aplicativo para tablets e smartphones. O portal pode ser acessado em www.acessoajustica.gov.br.

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Paysandu está entre os 40 melhores clubes do país

 
Paysandu está entre os 40 melhores clubes do país (Foto: Diego Beckman)
Papão subiu cinco posições no ranking da CBF (Foto: Diego Beckman)
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou o ranking de clubes do futebol brasileiro na temporada 2013 e mesmo com o rebaixamento para a Série C, o Paysandu subiu cinco posições no ranking em relação a 2012. O clube bicolor ocupa a 32º colocação, com 4.292 pontos, sendo o clube mais bem colocado da região norte.
O ranking ainda apresenta o Águia de Marabá na 55º colocação, com 2.249 pontos, pela participação do clube na Série C do Campeonato Brasileiro. O Clube do Remo aparece somente na 68º posição, com 1.197 pontos. O ranking ainda apresenta clubes como Cametá, Independente, São Raimundo e Paragominas.
O ranking da CBF se baseia no desempenho dos clubes em competições nacionais, a partir do ano de 2009, adotando novos critérios para a definição de clubes no ranking.
SUBIU: A Federação Paraense de Futebol (FPF) subiu uma posição em relação às 27 federações do país. Em 2012, a FPF ocupava a 13º posição e neste ano, subiu uma posição, ultrapassando a Federação Alagoana de Futebol. A FPF agora tem 9.212 pontos.
Confira a lista dos clubes paraenses no ranking da CBF
32º - Paysandu: 4.292
55º - Águia: 2.249
68º - Remo: 1.197
92º - São Raimundo: 569
120º - Independente: 398
139º – Paragominas: 280
154º - Cametá: 227

Sabrina Sato deixa Pânico e desabafa

 
Sabrina Sato deixa Pânico e desabafa (Foto: Reprodução)
(Foto: Reprodução)
Sabrina Sato confirmou nesta segunda-feira (16) em suas redes sociais que está deixando o programa Pânico. Recentemente, a Record declarou que estava em negociações com a apresentadora.
“Hoje, 10 anos depois, sinto que é hora da filha sair de casa, andar sozinha. Tenho inquietações artísticas que preciso perseguir e desejos em minha vida pessoal que começam a despertar”, escreveu.
Veja na íntegra o texto publicado por Sabrina:
"Isso não é uma nota redigida por uma assessoria de imprensa. Isso não é um comunicado feito por advogados. Isso sou eu, Sabrina, em primeira pessoa, falando através do meu coração, como sempre fiz na minha vida.
Meu sonho sempre foi fazer televisão e há 11 anos entrei no Big Brother Brasil, uma experiência rica que me abriria algumas portas.
Algumas possibilidades apareceram na emissora em que eu estava. Muito nova e em meio a uma avalanche de emoções, era difícil saber que rumo tomar, mas, por mais clichê que isso possa soar, posso afirmar que meu coração já sabia pra onde nós, eu e ele, deveríamos ir: Um programa de radio chamado Pânico, onde encontraria pessoas com quem passaria os próximos 10 anos da minha vida e que rapidamente se tornariam minha família.
Nesses 10 anos, passamos momentos maravilhosos e momentos de sofrimento, porem em todos os momento, estávamos juntos, na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, nos aplausos e nas vaias, por que foi assim que sempre vivemos, nos apoiando um no outro, deixando de lado ego e outras bobagens. O combinado sempre foi esse, juntos sempre, como uma família.
Dediquei grande parte da minha vida pro pânico, com todo respeito e foco e nunca vou me arrepender disso, foi lá que tive a oportunidade de aprender a fazer o que amo fazer, onde encontrei meus fãs que eu amo, onde me encontrei.
Como nas melhores famílias, no pânico fui feliz, sofri, amei, briguei, gargalhei, chorei, me senti forte, perdi o chão. Foi lá onde nasci, comecei a engatinhar, a andar, cresci e amadureci.
Hoje, 10 anos depois, sinto que é hora da filha sair de casa, andar sozinha. Tenho inquietações artísticas que preciso perseguir e desejos em minha vida pessoal que começam a despertar. Não está sendo fácil, dói demais, enquanto escrevo essa carta, ficar assistindo esse filme que passa na minha cabeça sem parar, é um filme que passa a minha historia, que se confunde com a historia do pânico e é muito difícil diferenciar onde começa um e onde termina o outro.
Me doi muito entender que a partir de agora não estarei mais sentada naquele sofá domingo a noite com minha família, que não estarei mais cercada dessas pessoas que tanto amo, dói muito, muito mesmo, mas sinto que é uma dor necessária.
Dessa história, guardarei para sempre grandes irmãos e um lugar que amo, levo comigo a sensação de que nós fizemos uma trajetória linda juntos, e que agora é hora de seguir no caminho pra onde meu coração está me chamando e insistindo que é pra onde nós temos que ir, eu e ele, e com o pânico pra sempre dentro de nós.
Agradeço muito e do fundo do coração ao Emilio, Anne, Ceará ,Vesgo, Evandro, Gui, Edu, Dani, Ouriço, Ie Ie, Bola, Bolinha, Maizena, Carioca, Alan, Tutinha, as lindas Re, Carol, Nick a equipe da Band, Diego, Johnny e Claudia Saad, Rosana, toda a produção, redação, edição, direção, comercial e todos que trabalham com muito amor para colocar o Pânico no ar. Amo muito vocês.
Não sei se esse é o caminho certo ou errado. Pra falar a verdade não estou nem pensando nisso. So sei que algo grita alto dentro de mim dizendo que esse é meu caminho, torto ou reto, o meu caminho, o que eu acredito.
Estou disposta a aprender, sei que não vai ser fácil, mas vou com as armas que tenho: coragem, paixão pelo que faço, vontade de aprender, gratidão e humildade.
Vou sentir saudades, muitas saudades...."
(DOL)

Procuradoria do Trabalho denuncia 'condições precárias' na Arena Amazônia

DE SALVADOR/ Folha de São Paulo
 
A morte de um operário nas obras da Arena da Amazônia, em Manaus, levou a Justiça do Trabalho a interditar no sábado os trabalhos em altura realizados em um dos estádios da Copa de 2014.
A decisão provisória saiu por volta das 21h30 de sábado, horas após a morte do operário Marcleudo de Melo Ferreira, 22, que caiu de uma altura de 35 metros enquanto trabalhava na fixação da cobertura do estádio.
A interdição parcial, pedida pelo Ministério Público do Trabalho, se dará por tempo indeterminado.
Uma perícia judicial a ser feita nesta segunda, com representantes da Procuradoria, da Justiça e da Andrade Gutierrez, responsável pela obra, definirá o que a construtora terá que fazer para retomar os trabalhos na cobertura.
Iniciada em novembro de 2010, a obra da Arena da Amazônia está 92,8% concluída, em fase de finalização de acabamento interno, cobertura e fixação de assentos. A interdição pode atrasar o cronograma, que tem previsão de conclusão em janeiro.

Arena da Amazônia

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Bruno Kelly/Reuters
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Trabalhador observa construção da Arena da Amazônia, em Manaus
A Procuradoria do Trabalho pediu a interdição por meio de uma ação que tramita desde março deste ano, e que aponta 114 irregularidades na obra, a maior parte relativa a itens de segurança.
"Os operários atuam em condições precárias", afirmou o procurador do Trabalho Jorsinei do Nascimento. A ação inicial foi proposta após a morte de outro operário --Raimundo Nonato Lima Costa, 49-- também em decorrência de queda, em março.
Em maio, ao conceder liminar que obrigava a empreiteira a cumprir medidas de segurança, a Justiça considerou que a empresa priorizava o "cumprimento dos prazos" para finalizar a obra "em detrimento da integridade física dos trabalhadores".
A reportagem não conseguiu contato no domingo com a Andrade Gutierrez nem com o governo do Amazonas para comentar a decisão. No sábado, a construtora lamentou o acidente e disse estar prestando assistência à família do operário.
JORNADA
O operário que morreu em Manaus era de uma empresa subcontratada pela Andrade Gutierrez, e trabalhava no turno da madrugada --a queda ocorreu por volta das 4h. As causas são apuradas.
Foi o quinto operário a morrer em obras de estádios da Copa, e o segundo na Arena da Amazônia.
Também no sábado, horas após o acidente na arena, José Antônio Nascimento Souza, 50, que trabalhava em obras de acesso ao Centro de Convenções do Amazonas, que faz parte do complexo da Copa e fica ao lado do estádio, teve um infarto e morreu.